terça-feira, 30 de novembro de 2010

era o parque o ser o nada

era o parque o ser o nada
era o monstro da montanha
era tudo o abandonado
o castelo no ar o aliado
era o canavial incontrolável
a lente de todos os saberes
o morredouro das gentes
o sorvedouro do ser
era o risco a mágoa a nuvem
as estreitezas o ver
mas tinha o que eu mais amava
o sonho a fantasia o crer

4 comentários:

  1. legal Rogel,

    quando o ser questiona, sempre há um mundo dentro do que parece "ser" nada. Bjs

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Rogel, estou acompanhando suas postagens. E o movimento das reescrituras de "era o parque o ser o nada" nos deixa visível os passos de seu(s) poema(s). Gosto muito.
    Um abraço. Jefferson

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