quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

o diamante azul




















meu diamante azul
constrói meu carbono
seu destino é o eterno
o universo a luz
o vazio o norte
o nome

um milhão de anos
meu diamante azul
estará vivo
no espaço das formas
no aço informe
na matéria nova
e morta
da coisa viva

meu diamante azul
é a morte

tem fome


2 comentários:

  1. Ah, Rogel, this is a deep poem to contemplate. It makes me recall the heart sutra. Love, Chrystal

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