quarta-feira, 14 de julho de 2010

por maior que seja o diamante

por maior que seja o diamante
não supera o brilho interno de teus olhos
não quero supor que és minha estrela
mas sim o sol

sobre as colinas e os mares
teu perfume recomeça sempre
nos ventos

7 comentários:

  1. Tão bom ler o seu poema, amigo!
    O perfume que não finda,
    Porque sempre recomeça
    como os ventos leves.
    Grande abraço
    Jefferson.

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  2. tão bom ler os seus comentários
    que o perfume de tais palavras
    sabem a sândalo dos bosques

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  3. Que poema doce!!! Gostei muito!!!

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  4. como doces foram sua palavras,
    caríssimo Jonathan
    agradeço, comovido

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  5. Delícia de poema, Rogel! Uma delicadeza as imagens nele contidas.

    Beijo carinhoso

    Márcia

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  6. obrigado, Marcinha
    grande poeta amiga

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  7. um poema tão belo e doce...
    Obrigada, amigo.

    Carinho,
    maria azenha



    P.C.
    deixo-lhe aqui um outro... de um outro poeta ...

    EXERCÍCIO

    Pego num pedaço de silêncio. Parto-o ao meio,

    e vejo saírem de dentro dele as palavras que

    ficaram por dizer. Umas, meto-as num frasco

    com o álcool da memória, para que se

    transformem num licor de remorso; outras,

    guardo-as na cabeça para as dizer, um dia,

    a quem me perguntou o que significavam.

    Mas o silêncio de onde as palavras saíram

    volta a espalhar-se sobre elas. Bebo o licor

    do remorso; e tiro da cabeça as outras palavras

    que lá ficaram, até o ruído desaparecer, e só

    o silêncio ficar, inteiro, sem nada por dentro.




    Nuno Júdice

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